quarta-feira, 27 de junho de 2012

Torcedor consegue ingresso e vai ao 13º jogo

Maurício Oliveira
Publicada em 27/06/2012 às 12:58
Enviado especial a Buenos Aires (ARG)

Presente em todos os jogos do Corinthians na Copa Santander Libertadores deste ano, o corretor Adriano Ikeda Siqueira conseguiu na noite desta terça-feira o ingresso para a primeira partida da final, contra o Boca Juniors, na Bombonera, nesta quarta-feira, à noite.

A reportagem do LANCENET! o encontrou tenso, na terça-feira à tarde, depois de tentar em vão uma entrada no hotel onde a delegação do Corinthians está hospedada, em Buenos Aires. Corretor de seguros, ele mostrou o passaporte com carimbos de todos os países por onde o Timão atuou na competição deste ano.

Nesta manhã, ele estava mais tranquilo.

– Não consegui nem dormir, estou virado. Tomei a primeira cervejinha para comemorar o ingresso, depois umas para relaxar e nem vi o tempo passar. Agora, vamos curtir e esperar o jogo – disse Ikeda.

Enquanto o LANCENET! o entrevistava, integrantes de sindicatos de caminhoneiros de várias regiões da Argentina passavam em frente ao hotel, a caminho da Praça de Maio, em frente à sede do Governo. Os caminhoneiros programaram para a tarde desta quarta-feira uma mobilização nacional. O sindicato exige reajuste salarial e benefícios tributários. Nos últimos dois dias, uma paralisação da classe impediu a distribuição de gasolina nos postos e provocou falta de gás em algumas regiões do país.

Para Ikeda, os corintianos têm muito em comum com os sindicalistas.

– Somos povão como eles. Se estão fazendo protestos por seus direitos, nós apoiamos – afirmou.

Fanático e empolgado com a aproximação da final, o torcedor lembrou de algumas viagens malucas que ele fez para seguir o Corinthians. Uma delas, para a Palestina...

– Viajei para a Palestina para ver o "Jogo da Paz" entre Corinthians e Flamengo, mas a partida foi cancelada dois dias antes. Fiquei excursionando pelo Oriente Médio e voltei alguns dias depois – conta Ikeda.



Riquelme revela insistência de Ronaldo para tirá-lo do Boca em 2010

LANCEPRESS!
Publicada em 27/06/2012 às 12:11
São Paulo (SP)

Em 2010, o Corinthians sonhava em ter Riquelme vestindo a camisa alvinegra. Adversário do Timão nesta quarta-feira, o camisa 10 do Boca Juniors (ARG) revelou à ESPN Argentina que recebeu diversas ligações de Ronaldo para aceitar a proposta corintiana.

- Ele (Ronaldo)me ligava todos os dias para me convencer a ir para o Corinthians, onde também havia o Roberto Carlos. Tenho uma coisa muito clara, sou muito contente no Boca e esta vai ser uma final linda. Como é lindo que clubes de outros país se interessem por mim - disse Román.

Na época, o Corinthians buscava reforços de peso e experientes para a disputa da Libertadores de 2011. Contudo, sem o meia argentino, o alvinegro viu sua campanha no torneio se encerrar ainda na primeira fase da Libertadores, caindo diante do Tolima (COL).



Vídeo do '#TangoLoco' faz sucesso e esquenta decisão da Libertadores

LANCEPRESS!
Publicada em 27/06/2012 às 11:41
São Paulo (SP)

A Brahma lançou nesta quarta-feira um vídeo para esquentar a decisão da Copa Santander Libertadores entre Boca Juniors (ARG) x Corinthians, às 21h45, na Bombonera, em Buenos Aires.

Com título "Tango Loco" e o hino do Corinthians em castelhano, o vídeo em preto e branco traz um casal dançando tango, o principal ritmo musical da Argentina, e imagens da torcida corintiana.

"Durante anos o Corinthians esperou por esse dia. O dia em que o Timão iria disputar o título mais cobiçado: o de Campeão da Libertadores da América. Chegou a hora desse bando de loucos fazer o que sabe melhor: torcer. E como pro Corinthians tudo é mais suado, nada melhor do que a final ser um dos maiores clássicos da América. Perdón hermanos, pero acá hay un tango de locos.  Vamo, vamo, Timão!", escreveu a Brahma no Youtube.



Boca pede que torcedores não levem sinalizadores à Bombonera

Maurício Oliveira
Rodrigo Vessoni

Publicada em 27/06/2012 às 10:35
Enviados especiais a Buenos Aires (ARG)

A Bombonera não deverá ficar tão iluminada na noite desta quarta-feira, quando Boca Juniors e Corinthians iniciam a decisão da Copa Libertadores. Em comunicado oficial, a diretoria do clube argentino pediu que seus torcedores não levem sinalizadores ao estádio e evitem qualquer tipo de pirotecnia.

O medo dos dirigentes é de que a Bombonera seja interditada pela Confederação Sul-Americana de Futebol que, após incidentes registrados na semifinal contra a Universidad de Chile, ameaçou punir o clube. Na ocasião, torcedores acenderam inúmeros sinalizadores, que foram atirados em campo e atrapalharam o andamento da partida. Contra o Arsenal, pelo Campeonato Argentino, um auxliar foi atingido.

- Tome consciência dos grandes prejuízos e sanções que o clube pode receber por culpa do uso de qualquer tipo de pirotecnia. Apoiem com o coração, não com sinalizadores - pede os comunicados divulgados pelo clube nas redes sociais.

Mais de 50 mil torcedores deverão acompanhar Boca Juniors x Corinthians, primeira decisão da Copa Libertadores.



Alex: 'Pegar o Boca na final é para ser algo incontestável'

Marcelo Braga e Maurício Oliveira
Publicada em 27/06/2012 às 07:00
São Paulo (SP)

Com carreira vitoriosa, Alex não tem rituais para dias de finais. Nesta quarta-feira, em Buenos Aires (ARG), ouvirá sua música sertaneja, jogará algumas partidas de sinuca após o almoço e se concentrará para a partida contra o Boca Juniors, às 21h50, com transmissão em tempo real pelo LANCENET! . Nada supersticioso, vai no máximo desvirar um chinelo que, por ventura, estiver com a sola para cima – influência das manias da família, diz.

Tudo como se fosse encarar uma partida normal. Embora não seja. Para o Corinthians, que fará sua primeira final de Copa Santander Libertadores, serão 90 minutos de tensão. Que ele espera tirar de letra junto com seus companheiros:

– Essa maturidade que adquirimos com o título brasileiro nos faz encarar um momento de dificuldade com destreza e tranquilidade. Como se fosse um outro momento – disse o camisa 12 ao LANCENET!, antes de embarcar para a Argentina.

Alex relembra título com o Inter e fala da pressão no Timão

Confira a entrevista:

Você fez três jogos na La Bombonera. O que acha do local?
Tem uma mística, mas depois que você vai lá e conhece se torna um ambiente muito especial. Porque o torcedor transforma aquilo em especial. O Boca em si exige que você jogue praticamente no seu máximo. A torcida deles é tão boa que motiva até o adversário. Mas a preparação tem de ser muito forte porque não o deixam respirar, tentam intimidar o tempo todo. E você não pode dar nenhum tipo de brecha, como uma levantada de mão de impedimento, ou deixar de correr um pouco, porque a competitividade deles é impressionante e o árbitro lá dentro acaba sendo não tão confiável, dependendo do jogo. Na dúvida, o árbitro ou bandeira não vai nos ajudar, tenho certeza.

Compara com alguma outra torcida do futebol brasileiro?
Eles têm muito do que a nossa torcida tem, desse “caldeiraozão”, o tempo todo o estádio inteiro incentivando. Tem algo parecido com as características do Corinthians.

Em 2008, pelo Inter e com Tite, você fez gols contra o Boca no Beira-Rio e na vitória em La Bombonera (veja abaixo). Como foi?
Tivemos o primeiro confronto em casa e a única alternativa que encontramos foi em chutes de fora da área, que acabei fazendo o 2 a 0. E aí fomos para La Bombonera muito prontos. O time já tinha Guiñazu, D'Alessandro, Sorondo, gringos que nos ajudaram nessa situação. E estávamos mais prontos e calejados do que em outras edições, em um nível de competitividade maior, um time muito pronto para aquela situação. E hoje vejo a gente assim, na mesma toada, jogando igual dentro e fora de casa, com uma confiança muito boa. Mas, ao mesmo tempo, com aquele passo atrás, pois confiança demais pode atrapalhar.

O que tira dessas experiências que teve com o Inter?
Essa questão do espírito dessas competições. Antes de conquistarmos os quatro títulos internacionais (Libertadores, Sul-Americana, Recopa e Mundial), que nenhum clube no Brasil conquistou, perdemos duas Sul-Americanas juntos, com o mesmo grupo que seria campeão da Libertadores (em 2006). Tivemos ensinamentos. E acabo comparando porque o Corinthians também teve ensinamentos. Tem jogadores aqui desde 2008 que iniciaram esse trabalho e hoje já estão muito mais prontos e preparados. A Libertadores que estamos fazendo demonstra isso. No Inter, aprendemos a encarar essa competitividade de torneios internacionais. E esse time tem esse espírito também.

A queda contra o Tolima (COL) foi um aprendizado para a equipe em 2011. Dá para dizer, então, que ela foi boa para o time?
Nenhuma derrota é boa, prefiro aprender com o erro dos outros. Mas nem sempre é possível. O jogo da Ponte Preta (quartas de final do Paulistão), por exemplo, podemos muito bem usar como ensinamento, mas o nosso foco na Libertadores nunca foi abalado. Não foi esse jogo do Tolima que mudou a história. Naturalmente, fomos construindo uma caminhada para chegar até aqui, na final do torneio.

Essa eliminação diante do Tolima (COL), aliás, gerou revolta da torcida. Se livraram disso nesta edição?
Ao mesmo tempo que não queremos perder pela competitividade, tememos perder por esse fato. Faz parte da história do clube, infelizmente. Essa minoria transforma o ambiente, principalmente o de Libertadores, em algo temeroso. É óbvio que, hoje, a torcida reconhece a forma como defendemos a camisa que eles amam. A questão não é perder. É como se compete.

O Corinthians é um time com força no conjunto e que não tem uma estrela. É bom não tê-la?
Lógico que é bom. O bom é o time que dá resultado. Não importa se tem uma grande estrela ou não. Acho que temos várias estrelas que brilham tanto quanto brilha uma individual que, às vezes, se você fica muito preso a ela, em algum jogo ela vai lhe fazer falta. Esse conjunto é forte e nossas individualidades são pontuais. Elas sabem ser individuais e decisivas quando precisa. Futebol é coletivo, envolve 11 se ajudando e protegendo o gol como se fosse sua casa. É o necessário.

Adriano poderia ser esse cara. É uma pena não ter sido?
Acho uma pena, pela gente e por ele, de repente até mais por ele, que não está fazendo parte de uma história em que poderia ser a grande estrela, participando diretamente. Era um cara muito querido aqui, já voltamos a falar com ele e diz que tem saudade da gente. Seria uma história bacana para a carreira dele, ia representar esse retorno, poder mostrar para todo mundo que ele tinha voltado. Infelizmente não está conosco, mas não nos abalamos. Ele acabou até nos dando força para continuar, manda mensagem falando que está torcendo, que está esperando a conquista.

Já o Boca tem essa estrela, que é Riquelme. Um dia ruim dele será um dia bom de vocês?
Depende, porque num dia ruim de Riquelme com a bola andando, na bola parada ele pode resolver. Esse cara diferente tem disso. Vamos ter de estar atentos para essas situações. Não dá para se iludir, ainda mais com Boca e argentinos, que não desistem nunca. Também temos essa característica e temos de exercê-la. Em cinco segundos de bobeira, podemos perder o título da Libertadores.

Em janeiro, você dizia que achava o Santos melhor que o Corinthians por ter Ganso e Neymar. E agora que venceram o rival na semifinal, isso mudou?
Não muda, porque os dois são realmente fantásticos. Neymar está muito perto dos cinco melhores do mundo. Mas, como time, mostramos a nossa força, mas aí tem o lado do conjunto. Se não tivéssemos, para poder marcar Neymar, Ganso, Arouca, Elano seria muito difícil. O Santos não foi muito bem porque a gente não permitiu que eles jogassem bem. Estudamos muito e nos programamos para jogar da maneira que jogamos, nada aconteceu por acaso nessa semifinal. Ninguém deu um pique que não era programado, pensado e treinado. O conjunto se confirmou e, naturalmente, alguma individualidade apareceu em alguns momentos decisivos.

Se o Corinthians for campeão, santistas e são-paulinos dirão que têm três títulos da Liberta. Mas vocês podem ganhá-lo de forma invicta. Buscam essa feito?
Mesmo que haja uma derrota, a conquista não seria abalada se ela acontecesse. Ser campeão de uma Libertadores de forma invicta só quer dizer que a consistência foi muito grande e que você correu menos riscos. Mas tem times que ganham o torneio perdendo três ou quatro jogos e conseguem reverter algumas coisas, seja na primeira fase ou em jogos eliminatórios. O peso não vai tirar. Mas se vencermos dessa maneira, tirando Emelec, Vasco e Santos, pegar um Boca na final é para ser algo incontestável. Algo para não terem o que dizer. Pode ser que esteja pintando uma história que vai sanar qualquer tipo de dúvida. E o Corinthians vai seguir a vida e se libertar disso, é o que a gente quer. É o desejo de todos e não vamos vender nada barato. Se o Boca for campeão, vai ter de ser muito melhor que nós. E vamos bater palmas. A decisão não será fácil.

Quando se chega ao CT, se vê um pôster enorme do time campeão mundial de 2000. Vão cobrar a homenagem se forem campeões?
Confesso que quando cheguei ao CT na quinta, depois do jogo contra o Santos, imaginei nossa foto ali. É óbvio que é apenas uma decisão e que temos muito a fazer, mas, confirmando o título, se não quiserem colocar, tudo bem. A história vai estar escrita e ninguém vai poder apagar.

ALEX CONTRA O BOCA

Boca Juniors 4x2 Inter
24/11/04 Pela Copa Sul-Americana, em La Bombonera, o meia perdeu o primeiro jogo da semifinal.

Inter 0x0 Boca Juniors
1/12/04 Empate no Beira-Rio tirou o Inter da competição continental.

Inter 1x0 Boca Juniors
19/10/05 Pelas quartas da Copa Sul-Americana, venceu em casa.

Boca Juniors 4x1 Inter
10/11/05 Mesmo em vantagem, viu o time cair em La Bombonera.

Inter 2x0 Boca Juniors
22/10/08 Em jogo válido pelas quartas de final da Sul-Americana, o Inter venceu o Boca Juniors em casa com dois golaços de Alex.

Boca Juniors 1x2 Inter
6/11/08 Com outro gol de Alex e um de Magrão, o Colorado de Tite venceu o Boca em La Bombonera, se vingou das eliminações de 2004 e 2005 e rumou a título invicto.



Tite dá pistas de como quer parar Riquelme: 'A bola não pode chegar'

Paulinho, Riquelme, Corinthians, Boca Juniors (Foto: Montagem sobre fotos de Marcos Ribolli e Reuters)Duelo entre Paulinho e Riquelme agita primeira
final (Foto: Montagem Marcos Ribolli e Reuters)

Característica do Corinthians desde a chegada de Tite, a marcação no campo de ataque será determinante na final da Taça Libertadores. Para impedir que o maestro Riquelme dite o ritmo e se destaque mais uma vez, o treinador quer impedir que o jogador seja acionado constantemente pelo restante da equipe durante a primeira partida da decisão, nesta quarta-feira, às 21h50m, na Bombonera.

– A bola não pode chegar. Impedir que a bola chegue a ele é um aspecto. Ele é como o Ganso, um jogador do passe, da luz, de deixar alguém na cara do gol. É um setor importante do campo – afirmou.

Apesar de descartar marcações individuais, Tite deve apostar no mesmo estilo de combate que adotou contra o Santos. Na ocasião, Paulinho foi quem mais ficou próximo de Paulo Henrique, evitando que ele tivesse espaço para armar jogadas sobretudo para Neymar.

Ele é como o Ganso, um jogador do passe, da luz, de deixar alguém na cara do gol"

Tite, sobre Riquelme

Riquelme vem sendo decisivo para a campanha de recuperação do Boca na Libertadores. Aos 34 anos, o armador é o dono da equipe dentro e fora de campo. O jogador, aliás, tem alguns privilégios no clube e por seguidas vezes sequer participa de treinamentos para ser preservado para os jogos.

Tite, porém, não quer que a atenção corintiana fique apenas no camisa 10. Sem um craque como ele no elenco corintiano, o treinador faz questão de destacar a força do conjunto.

Em 12 partidas disputadas até o momento na competição, o Timão venceu sete, empatou cinco e sofreu apenas três gols.

– O Riquelme é um símbolo não só para o Boca, mas internacional pela qualidade e história que tem. Assim como Paulinho, Liedson, Emerson e Julio Cesar são símbolos. Talvez, não com o tempo que o Riquelme tem. A qualidade e o trabalho desenvolvido no Corinthians fazem de todos os símbolos.

Clique e veja mais vídeos do Corinthians



Corinthians precisa evitar 'funil' e ir pelas laterais, diz correspondente

O jogo pelas laterais de campo deve ser o caminho para o Corinthians chegar à vitória nesta quarta-feira, na primeira partida da final da Taça Libertadores. Segundo o correspondente da rede de TV BBC na América do Sul, Tim Vickery, o Boca Juniors fecha os espaços no meio de campo.

- O Boca gosta de fazer um funil, fazer o adversário afunilar o jogo até se chocar com o zagueiro central, em um espaço reduzido. Para gahar do Boca, tem que ganhar pelos lados do campo. Aí, abrindo o placar, obrigando o Boca a sair, você tem mais chance, porque a zaga é muito lenta. Schiavi tem quase 40 anos - disse o jornalista inglês, no "Redação SporTV".

Além dos três volantes, um dos atacantes do Boca Juniors (na maioria das vezes, Mouche) recua para auxiliar na marcação.

- O time tem dois atacantes, mas um sempre está atrás da linha da bola. Faz um bloqueio muito grande no meio de campo. Joga com três volantes, próximos uns dos outros e da linha de defesa. Está sempre protegido contra os contra-ataques.

Além disso, Tim Vickery destaca a frieza da equipe argentina. Segundo o jornalista, o Boca Juniors não tem pressa para partir para o ataque, porque conta com a criatividade de Riquelme.

- 
É um time que sabe que, com o Riquelme, vai ter duas, três oportunidades. Não levando gols, com o Riquelme criando e finalizando, sempre tem possibiidade de ganhar o jogo. É o cérebro. A inteligência dele e a leitura de jogo são impressionantes.

Já o atacante Santiago Silva, para Tim Vickey, é perigoso, mas pode ser controlado facilmente pelos zagueiros do Timão.

Silva é um brigão. Ele gosta de intimidar fisicamente o adversário. Tirando o poder físico, ele não é muita ameaça. Fracassou no futebol brasileiro e na Europa, onde os zagueiros são mais fortes fisicamente. Sem isso, ele não tem muitos recursos para desequilibrar.

Riquelme, Boca Juniors (Foto: EFE)Boca Juniors confia na criatividade de Riquelme e joga sem pressa, diz Tim Vickery (Foto: EFE)