domingo, 15 de julho de 2012

Douglas cobra sequência como titular no Corinthians

LANCEPRESS!
Publicada em 15/07/2012 às 18:02
São Paulo (SP)

Após entrar nos dez minutos finais na vitória sobre o Náutico, neste último sábado, no Pacaembu, Douglas voltou a cobrar uma sequência de jogos para render um bom futebol no Corinthians.

Desde que chegou ao clube, no início desta temporada, o camisa 15 não conseguiu cavar um lugar na equipe principal do técnico Tite.

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– Eu preciso ter uma sequência bacana, vou me esforçar muito para voltar a ser titular. Estou trabalhando muito e estou preparado para quando precisarem de mim - afirmou.

Durante a entrevista coletiva após a última partida, o comandante alvinegro falou do caso do jogador e deu entender que vai dar mais chances a ele entre os 11 iniciais.

- O Douglas, o que ele te apresenta hoje é suficiente para acreditar nele. Também acredito. Não só Douglas, mas muitos que estão podem ficar putos com o técnico. Porém, se trabalharem, vai aparecer a oportunidade. Concordo que precisa de uma sequência, ainda mais jogador de criação - explicou.



Na mira do Timão, Guilherme não deve fazer sétimo jogo no BR-12

Rodrigo Vessoni
Publicada em 15/07/2012 às 20:51
São Paulo (SP)

O desejo do volante Guilherme deixar a Portuguesa e se transferir para o Corinthians ou exterior continua intacto, mesmo com o retorno aos gramados. Tanto que seus empresários estão atentos em relação ao limite de sete jogos na Série A do Brasileirão, que o impediria de trocar de equipe na competição.

– É algo que está sendo monitorado, é claro. Vamos ver como será durante a semana, tenho duas propostas do exterior, quero sentar com o pessoal da Portuguesa para analisarmos tudo isso – explicou o empresário Wagner Ribeiro, ao LANCENET!.

O diretor de futebol do Corinthians, Roberto de Andrade, admitiu que deve se reunir novamente com a Lusa para tentar a contratação.

– A gente vai tentar sentar de novo com a Portuguesa, ter uma nova conversa. Eles manifestaram a vontade de deixar o jogador sair, então nós vamos conversar e tentar ser feliz na negociação. Se não me engano, ele só atuou por duas ou três partidas no Brasileirão – afirmou o dirigente, à Rádio Bandeirantes.

Apesar do desejo de contar com Guilherme, o Timão sabe que não será fácil. Historicamente, os dirigentes da Portuguesa não facilitam a vida de quem deseja contratar jogadores, independentemente da situação financeira do clube.



Após vitória do Timão, Tite recebe visita de corintiano com síndrome de down

Renato Rodrigues
Publicada em 15/07/2012 às 14:29
São Paulo (SP)

Após comandar a vitória do Corinthians por 2 a 1 sobre o Náutico, neste último sábado, o técnico Tite se deparou com uma surpresa ao deixar o vestiário do Pacaembu. Do lado de fora, Felipe, portador de síndrome de down, o aguardava para dar um singelo presente e, enfim, conhecer o "professor".

E a espera do Fiel foi longa. Depois de o acesso à imprensa ser aberto, o treinador teve que dar entrevista coletiva para, só depois que todos os jogadores já tinham ido para o ônibus, passar pela zona mista.

Felipe, irredutível, permaneceu lá esperando e aproveitando para tietar alguns atletas que passavam no local, como Cássio, Paulinho e Paulo André. Assim que viu o rapaz, Tite não pensou duas vezes e foi dar um abraço no torcedor. Ele brincou com o fã, deu autógrafo e saiu com a faixa de presente no peito.

Bastante emocionado, Felipe comemorou o sonho realizado com poucas palavras.

- Vim de longe e sou pé quente - afirmou ao LANCENET!.

Para ver de perto o treinador do Timão, ele teve que encarar mais de nove horas de viagem. Com um amigo, ele chegou na capital paulista por volta das 8h da manhã deste sábado. Foi conhecer a construção da Arena Corinthians e depois seguiu para o memorial do clube no Parque São Jorge. Lá, Felipe ainda conseguiu tirar uma foto ao lado da tão sonhada taça da Libertadores.

Se a noite de sábado marcou a quebra da "ressaca" pós título continental para Tite e os jogadores, para o corintiano ilustre Felipe foi um dia mais que especial.



Emerson critica e ironiza árbitro do jogo contra o Timbu

LANCEPRESS!
Publicada em 14/07/2012 às 21:26
São Paulo (SP)

Emerson não estava totalmente satisfeito após a vitória sobre o Náutico, por 2 a 1. Apesar da conquista dos três pontos, que tiraram o Corinthians da zona de rebaixamento, o atacante demonstrou chateação com o desempenho da arbitragem.

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Para o camisa 11 do Timão, o árbitro Wagner Reway cometeu erros infantis, que são vistos apenas em campeonatos sem tradição no futebol mundial ou, como ele mesmo ironizou, em Nova Iguaçu, interior do Rio de Janeiro, onde nasceu.

- Ele estava de brincadeira, né? Fala, sério! Teve alguns momentos no primeiro tempo que eu parei e pensei: 'Estou num país de primeiro mundo no futebol e não é possível que existam profissionais que façam parte de um país tão empolgado como é o Brasil com esse esporte´ - revelou.

- O que eu vi me fez lembrar do Catar e do Japão, que são países que ainda buscam espaço no cenário internacional. Pô, o Brasileirão é tão bacana de se jogar, tem equipes de tanta história e tradição, não dá para aceitar isso. Tem uns três, quatro árbitros na pelada que eu vou assistir em Nova Iguaçu que, certamente, saberiam que foi falta em determinados lances que ele não deu nada - completou.

A bronca de Emerson com o árbitro Wagner Reway não parou por aí.

- Estão chegando Seedorf, Forlán...o que eles vão pensar se acontecer isso com eles? É vergonhoso...- finalizou.

O lance que mais deixou o camisa 11 do Corinthians com raiva foi no início do jogo, quando sofreu um carrinho por trás e, ao invés do infrator levar cartão amarelo, quem levou foi ele, por reclamação.



Comentarista destaca inteligência acima da média do 'herói' Danilo

Vice-artilheiro do Corinthians na Taça Libertadores, o meia Danilo foi decisivo para o Timão, ao marcar os dois gols da vitória por 2 a 1 em cima do Náutico, que, por enquanto, tirou a equipe paulista da zona de rebaixamento. O comentarista Luiz Ademar lembrou de outras campanhas onde o jogador teve atuações decisivas. Para ele, o senso coletivo e a inteligência tática do meia sempre estiveram acima da média.

- A inteligência tática do Danilo pouca gente percebe. No primeiro gol, ele tava aberto pelo lado esquerdo, puxando o contra-ataque, chamando a marcação. A parte tática e o senso coletivo dele são fundamentais. Isso não é de agora. No Campeonato Brasileiro do ano passado e na Libertadores, foi assim. Quando foi campeão paulista e campeão do mundo pelo São Paulo também foi assim. É um jogador acima da média - disse o comentarista, no "Troca de Passes" de sábado.

Mas não são só as características ofensivas do meio campo que merecem destaque na avaliação do comentarista. Para Luiz Ademar, Danilo também foi fundamental para desequilibrar os contra-ataques do Timbu.

- Ele também ajuda na marcação e puxa o contra-ataque. Ele marca o lateral adversário demais. O Alessandro sobe o tempo todo, mas com o Danilo ali ele não conseguiu. Teve um momento em uma bola de contra-ataque do Náutico que foi o Danilo quem salvou - disse.

Com oito pontos, neste momento, o Corinthians está em 13º lugar. Na próxima rodada, na quarta-feira, a equipe encara o Flamengo, no Engenhão.

Danilo comemora gol do Corinthians contra o Náutico (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)Danilo comemora um dos seus gols sobre o Náutico (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)



Peixe vence o Timão e conquista título de futsal

Santos conquista título contra o Corinthians (Foto: Pedro Ernesto Azevedo / Santos FC)Santos conquista título contra o Corinthians
(Foto: Pedro Ernesto Azevedo / Santos FC)

Em jogo difícil, o time Sub-17 do Santos FC venceu o Corinthians por 6 a 5 e conquistou o título do Campeonato Metropolitano de Futsal. A partida foi realizada neste sábado, no Ginásio Presidente Ciro, em São Paulo. No primeiro confronto da final, a equipe santista havia vencido o Timão por 5 a 3.

Campanha

O time do técnico Edu Martins, na fase de grupos da competição, garantiu a primeira colocação do Grupo D, com 27 pontos. Foram nove vitórias e uma derrota.

Nas oitavas de final o time santista bateu duas vezes o Show de Bola. Já nas quartas, o adversário foi o Penha, também derrotado em duas oportunidades.

O clássico diante do Palmeiras, disputado pelas semifinais, foi marcado por um empate e uma vitória do time alvinegro.
 



De Nova Iguaçu para o mundo: Sheik revela miséria vivida na infância

De Nova Iguaçu, município do Estado do Rio de Janeiro, para o mundo. Com uma importante passagem pelo Oriente Médio. Essa é a trajetória do menino pobre que hoje é chamado de ‘Sheik’. O atacante Emerson se transformou em ídolo de um dos times mais populares do Brasil. Sua idolatria também alcança outros cantos do mundo, como Japão, Qatar e Emirados Árabes. Com a bola, ganhou respeito, status e muito dinheiro. Decretou o fim da miséria em sua família. Na entrevista ao Esporte Espetacular, ele revela os momentos de dificuldades da sua infância.

- Era escola e rua! Ficar em casa pra que? Não tinha nada dentro de casa. Era um barraquinho com sofá e almofadas, colchão ralinho que enrolava para todos dormirem juntos. Não tinha chão, era barro. Não tinha nem banheiro! – contou Emerson Sheik.

Hoje Emerson possui três títulos brasileiros em clubes diferentes, além da Libertadores conquistada pelo Corinthians com dois gols no Pacaembu. Porém ele conta que seu início, no São Paulo, aconteceu apenas porque ele queria um lugar para comer e dormir.

- A oportunidade veio quando eu tinha 14 anos. Fui no intuito de ter um lugar pra morar e pra comer. Eu não queria o futebol assim, pra ser jogador. Eu fui porque sabia que lá tinha cozinha e que eu ia dormir numa caminha. Esse era o meu sonho – falou.

Pressão é você estar num lugar, com medo de deitar e uma bala atravessar o tijolo... "

Sheik

A casa onde viveu durante a infância, na Baixada Fluminense, já tem tijolo, piso e banheiro. Antes, não tinha nada. E foi numa humilde residência que o herói do primeiro título da Libertadores do Corinthians foi criado.

- A minha mãe que fez o lugar em que eu morava, num terreno invadido. Ela pegou madeira de um lado, do outro e fez a casinha, um barraquinho pra gente. E trabalhava para sustentar três filhos. Lá foi sinistro, doído. Muito ruim mesmo – lembrou.

As dificuldades foram muitas. Até fome a família de Emerson passou. Muitas vezes, as refeições eram apenas uma panela de arroz para dividir entre todos. Fora o perigo eminente de ameaças de tiroteio na comunidade em que viviam. Para ele, essa foi a maior pressão que viveu durante toda a sua vida.

- Me perguntaram se era pressão na Bombonera. Pressão é você estar num lugar desses, com medo de deitar e uma bala atravessar o tijolo ou a madeira. Ou então medo de entrar um rato, um bicho. Isso sim é pressão – relatou.

Emerson sheik entrevista (Foto: Richard Souza / Globoesporte.com)Emerson Sheik revela a dificuldade que viveu na infância. (Foto: Richard Souza / Globoesporte.com)