quinta-feira, 5 de julho de 2012

Herói da final da Liberta, Emerson Sheik desabafa: 'Dei a volta por cima'

LANCEPRESS!
Publicada em 05/07/2012 às 00:29
São Paulo (SP)

Herói da conquista do primeiro título da Libertadores da história do Corinthians, o atacante Emerson Sheik discursou de maneira emocionada após o duelo contra o Boca Juniors, nesta quarta-feira, no Pacaembu. Incrédulo com o feito, os dois gols marcados na final, deu um recado para seus críticos, aqueles que questionam seu profissionalismo.

– Hoje eu não vou chorar, eu já falei e pensei várias vezes... Muita gente não gosta de mim porque diz que eu não sou profissional. Mas estou muito feliz. Sou profissional. E hoje não vou chorar. Vocês erraram comigo. Sou campeão da Libertadores – declarou o camisa 11 alvinegro.

Veja os gols que deram o título da Libertadores ao Timão

Emerson citou como exemplo as críticas que recebeu quando foi dispensado do Fluminense, em maio do ano passado, durante a disputa da Copa Libertadores. Ele foi acusado pela diretoria do clube carioca de ter cantado o funk "Bonde do Mengão Sem Freio" na concentração antes do duelo com o Argentino Juniors, pela competição sul-americana.

- O Andrés (Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians) que me trouxe, no momento difícil da minha carreira, afastado injustamente do Fluminense e dei a volta por cima - desabafou.

O atacante também se rendeu ao Corinthians após a conquista. Segundo ele, não há como explicar a sensação de uma conquista como essa para a Fiel.

- Na noite passada eu estava pensando: Por que estou aqui? O Corinthians tem mais de 100 anos, tantos jogadores já passaram por aqui, todos feras, muitos caras bons. Perguntei a Deus: Por que nós? É bom demais estar aqui. Não é bom fazer os gols, bom é ser campeão por essa torcida, por esse clube, não tem preço - declarou o heroi da conquista.

No jogo, além dos dois gols, no segundo tempo, com frieza e grande técnica, Emerson chamou a responsabilidade. Bateu de frente com os argentinos e não tremeu, sendo visto em discussões ríspidas por diversas vezes.

O zagueiro Caruzzo foi o que mais sofreu com a postura de Sheik. Eles travaram alguns embates durante a partida, Sheik chegou a morder um dos dedos do argentino e deu a cara para bater, literalmente. Após um bate-boca entre os dois, o corintiano virou o rosto para o jogador do Boca e o esperou, encerrando a provocação com uma ironia de que não estava tremendo.



Corinthians ironiza o Boca em camisa do título

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Publicada em 05/07/2012 às 00:45
São Paulo (SP)

O Corinthians resolveu provocar o Boca Juniors (ARG) após a conquista inédita da Copa Santander Libertadores. Uma das camisas comemorativas da conquista, desenvolvida pela Nike, vem estampada com a mensagem 'Cala Boca', referência à vitória sobre o rival argentino. O modelo já pode ser adquirido pelo site www.shoptimão.com.br e em sistema de pré-venda na loja oficial do clube. A peça citada sai por R$ 54,90 e faz parte de outros quatro modelos. Além da 'Contra tudo e contra todos', o Timão também lançou o modelo “Libertados” (por R$ 49,90) e “Autógrafo” (R$ 54,90), que conta com as assinaturas do time campeão invicto.



Para Cássio, defesa em chute de Diego Souza marcou arrancada para o título

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Publicada em 05/07/2012 às 01:01
São Paulo (SP)

Quartas de final da Libertadores, Pacaembu. Dezessete minutos do segundo tempo, Alessandro tenta lançamento e dá nos pés de Diego Souza. O meia vascaíno atravessa toda a metade do campo e, na entrada da área, chuta de chapa, rasteiro, no canto direito. Com a ponta dos dedos, Cássio tira a bola para escanteio e, apesar de ainda restarem mais cerca de quarenta minutos e mais quatro jogos para o título da Libertadores, fica com a certeza: ninguém iria deter o Corinthians!

Veja os gols que deram o título da Libertadores ao Timão

- Foi a partir daquela defesa que eu tive a certeza que iríamos buscar o título, que ninguém iria parar a gente - revelou o goleiro, após a vitória sobre o Boca Juniors.

Contratado para essa temporada, o gigante, de 1,95 metros, esperou sua chance entre os titulares do Timão e foi decisivo justamente na hora mais importante, a reta final do torneio sul-americano. Após estrear nas oitavas, contra o Emelec (EQU), o goleiro se firmou na equipe, ganhou confiança da torcida e, com apenas dois gols sofridos na Liberta, entrou para a galeria dos herois da conquista.

Ainda no gramado do Morumbi, muito emocionado, Cássio falou sobre a emoção de chegar ao topo da América.

- Fico feliz por a gente ter conseguido esse título, trabalhamos com humildade. Agora é comemorar, essa é a maior emoção da minha vida. Trabalhei bastante com meus companheiros e chegamos ao nosso objetivo, sermos campeões - destacou.



Técnico do Boca amarga quarto vice da Libertadores

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Publicada em 05/07/2012 às 00:24
São Paulo (SP)

A Copa Libertasdores é mesmo um tormento na vida de Julio César Falcioni, técnico do Boca Juniors. O vice da noite desta quarta-feira foi o quarto de sua carreira. As outras três foram como jogador.

Falcioni era goleiro do América (COL) no fim da década de 1980, quando a equipe perdeu três finais seguidas, para Argentinos Juniors (1985), River Plate (1986) e Peñarol (1987).

Veja os gols que deram o título da Libertadores ao Timão

Em seu site, o diário argentino "Olé" chama de "Pesadelo IV" o momento vivido pelo treinador, que está no Boca Juniors desde o ano passado.



Após título, Tite afirma: 'Ninguém fez mais do que nós'

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Publicada em 05/07/2012 às 00:25
São Paulo (SP)

Catorze jogos, oito vitórias, seis empates, nenhuma derrota, 22 gols pró e quatro contra. Essa foi a campanha do Corinthians até o título inédito da Libertadores, nesta quarta-feira, ao vencer o Boca Juniors (ARG), por 2 a 0, no Pacaembu.

Segundo o técnico Tite, os números da trajetória do Timão na competição sul-americana ratificam o merecimento da equipe pela tão sonhada taça.

Veja os gols que deram o título da Libertadores ao Timão

- O grupo mereceu, trabalhou dentro de campo. Ninguém fez mas que nós. Não foi o acaso, sorte. Foi merecimento. Além de competente, esse grupo é muito amigo - declarou o treinador, ainda no gramado do Pacaembu.

Campeão brasileiro com o Corinthians no ano passado, Tite escreveu o seu nome mais uma vez e um dos capítulos mais importantes da história centenária corintiana. Mas pelo menos por enquanto a ficha vai demorar a cair.

- Eu ainda não tenho a dimensão para medir isso tudo - finalizou.



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Vai, Corinthians! Sheik decide contra o Boca e a Libertadores é alvinegra

  • momento decisivo

    8 min


    O Boca tentava cozinhar o jogo no segundo tempo, mas Danilo deu toque genial de calcanhar para Sheik, livre, fuzilar Sosa e deixar Timão perto do título.

  • nome do jogo

    Emerson


    Ousado, o atacante causou o choque que tirou o goleiro Orion da partida e estava no lugar certo para abrir o placar e aproveitar erro do rival no segundo tempo.

  • a decepção

    Riquelme


    Camisa 10, craque do Boca, não foi sombra do grande jogador que todos esperavam. Arrastou-se pelo campo e só catimbou. Não fez uma grande jogada sequer.

Vai, Corinthians! Vai para as ruas, vai para o abraço do torcedor que te ama, vai para o pódio, vai levantar a taça que você tanto sonhou... Vai atravessar o mundo. Vai para o Japão!

Cássio, Alessandro, Chicão, Leandro Castán, Fábio Santos, Ralf, Paulinho, Alex, Danilo, Jorge Henrique, Emerson, Julio Cesar, Danilo Fernandes, Welder, Marquinhos, Wallace, Ramón, Willian Arão, Ramírez, Douglas, Romarinho, Gilsinho, Willian, Elton, Liedson e Tite. Nomes que não estarão em livros de História, mas estarão eternamente dentro dos corações e da memória de milhões de pessoas, que ensinarão aos filhos e netos quem foram eles, e o que foi o 4 de julho de 2012 para a nação corintiana.

A vitória por 2 a 0 sobre o gigantesco Boca Juniors, de tradições e glórias mil, de seis títulos sul-americanos, torna ainda mais gigantesca a conquista inédita. A taça da Libertadores, enfim, tem uma plaquinha do Corinthians. Uma certeza que tomou conta da cidade de São Paulo desde o amanhecer. Cada minuto no relógio significava que estava mais próximo o momento de tirar do peito as tristezas e agonias de um passado recente.

Triunfo que selou campanha com identidade. De um time sem estrela, que não se assustou com placares adversos, rivais tradicionais ou craques do outro lado. Que não se pressionou por nada e encontrou o equilíbrio (palavra idolatrada por Tite) entre lutar a cada centímetro de grama pela Libertadores sem tratá-la como um campeonato do outro mundo.

De 6 a 16 de dezembro, o Corinthians tentará o bicampeonato mundial. Dessa vez, sem convite, sem a chance de enfrentar um brasileiro na final e tendo que ir ao Japão. Bem diferente de 2000, quando bateu o Vasco na final, no Maracanã. Um mundial para ninguém botar defeito. Monterrey (MEX), Auckland City, da Nova Zelândia, e o poderoso Chelsea (ING) já estão classificados para a competição no fim do ano.

Emerson, Corinthians x Boca Juniors (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Emerson chuta e abre o placar contra o Boca Juniors (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Mais luta do que futebol

O Corinthians entrou em campo invicto na Libertadores. O Boca Juniors foi ao Pacaembu sem ter perdido nenhum jogo fora de casa. Jogaço? Lutaço! Os primeiros minutos fizeram inveja a Anderson Silva e Chael Sonnen. Soco de Chicão em Mouche, empurrão de troco, tapa de Erviti em Paulinho... Mais tarde, ainda haveria exibição de "El Tanque" Santiago Silva, com cotovelada em Castán e tentativa de imobilização em Ralf.

Futebol mesmo apareceu pelos pés de Sheik. Com velocidade, ousadia e toques rápidos, o camisa 11 era quem menos tinha medo da decisão. Ousadia que provocou o maior drama do primeiro tempo: um choque entre Somoza e o goleiro Orion.

O camisa 1 do Boca caiu por três vezes no chão e não suportou a dor. Saiu aos prantos, consolado pelo técnico, o ex-goleiro Julio César Falcioni. E por ironia do destino, o reserva Sosa, pouco mais de um ano depois, voltou ao Pacaembu. Era ele o goleiro do Peñarol (URU), que perdeu a final da Libertadores de 2011 para o Santos.

Alex não confiou nem em Orion nem em Sosa. Tentou quatro finalizações de fora da área, sem sucesso. Do outro lado, Riquelme, que antes do jogo tomava água e gargalhava, foi só rascunho do grande jogador que entrou para a história. Era constrangedor seu esforço, em vão, para correr e achar os companheiros, limitados tecnicamente. Fim de primeiro tempo com a certeza de que o segundo não poderia ser pior.

Sheik para a história

O empate levaria o jogo para a prorrogação e Riquelme, que mal conseguia jogar 90 minutos, parecia querer disputar 120. Rolou no chão, demorou para cobrar escanteio, mexeu com o equipamento dos fotógrafos e fez falta digna de jogador juvenil. Na cobrança, a bola esperou por um toque consciente, que veio do calcanhar de Danilo. Sheik, no lugar certo, na hora certa, fuzilou Sosa e deixou o Pacaembu em êxtase.

A vantagem expôs ainda mais a limitação do Boca. Riquelme, em atuação de dar pena, não criou nada. O único recurso, mesmo depois que Falcioni colocou o atacante Cvitanich no lugar do meia Ledesma, eram os cruzamentos. Os argentinos abriram o meio e se cansaram, cenário dos sonhos para o Corinthians garantir o título invicto (oito vitórias e seis empates).

Mouche, sozinho, teve a única boa chance dos visitantes durante o jogo. Cabeceou nas mãos de Cássio. Uma caridade do atacante para que o goleiro, brilhante no mata-mata, pudesse aparecer na decisão. Riquelme, de 34 anos, não era o único "velhinho" cambaleante em campo. Schiavi, aos 39, errou passe fácil no campo de defesa. Deu nos pés de quem não poderia dar. Daquele que nasceu para ser vencedor. Tricampeão brasileiro nos últimos três anos, Emerson arrancou para a glória definitiva. Deixou Caruzzo para trás como se o rival nem existisse e tocou com categoria. Não parou de correr nem na comemoração, quando foi perseguido pelo preparador físico Fábio Mahseredjian, outro craque desse título.

Daí para frente foi só festa. O Boca não tinha mais o que fazer e os "antis" já nem secavam mais. A torcida orgulhosa por ter sido fiel e Fiel na Libertadores, viajou por alguns segundos. Lembrou-se do vacilo de Guinei, da cobrança de pênalti de Marcelinho Carioca, do "pega, pega" do Morumbi, do gol de Vágner Love e de ter descoberto quem era o Tolima. Exemplos que invertem a letra do hino. Teu passado é uma lição. Teu presente uma bandeira.

Enquanto os adversários terão de pensar em novas brincadeiras a partir de agora, a torcida grita "É campeão!". Duas palavras que valem mais do que todas escritas acima.



Spider vibra: 'Corinthians campeão em SP, Brasil campeão em Las Vegas'

Mini header anderson silva e Chael sonnen luta do século 2 (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)

Anderson Silva se prepara para a luta do próximo sábado, contra Chael Sonnen, mas não deixou sua paixão de lado. Em Las Vegas, o campeão dos pesos-médios do Ultimate assiste a final da Taça Libertadores da América, onde o Corinthians luta pelo título inédito diante do Boca Juniors, no Pacaembu e postou uma foto em sua conta no Twitter, onde comemora o primeiro gol do time paulista, marcado por Emerson Sheik.

- Vaiiiiiii Corinthiansssssssssss - postou o lutador.

Anderson Silva comemora o primeiro gol do Corinthians na final da Libertadores (Foto: Reprodução/Twitter)Anderson Silva comemora o primeiro gol do Corinthians na final da Libertadores (Foto: Reprodução/Twitter)

Anderson Silva representa o Corinthians desde 2011. Sua primeira luta como atleta do clube paulista foi em agosto do ano passado, quando venceu Yushin Okami na primeira edição do UFC Rio.

Anderson Silva e Chael Sonnen se enfrentam pela segunda vez neste sábado, em Las Vegas, na atração principal do UFC 148. O evento terá transmissão do canal Combate e da TV Globo. O SPORTV.COM vai acompanhar em Tempo Real, na íntegra. Na primeira, vitória do brasileiro, por finalização no fim do quinto round, em agosto de 2010.

CARD PRINCIPAL
Anderson Silva x Chael Sonnen
Forrest Griffin x Tito Ortiz
Cung Le x Patrick Côté
Dong Hyun Kim x Demian Maia
Chad Mendes x Cody McKenzie
Ivan Menjivar x Mike Easton

CARD PRELIMINAR
Gleison Tibau x Khabib Nurmagomedov
Melvin Guillard x Fabrício "Morango" Camões
Costa Philippou x Riki Fukuda
John Alessio x Shane Roller
Rafaello Oliveira x Yoislandy Izquierdo